Nestlé é a principal patrocinadora da Turnê da Beyoncé no
Brasil.
Cantora fará cinco apresentações no mês de
fevereiro.
Em sinergia com o sucesso já consolidado da
cantora Beyoncé, a Nestlé, por meio de sua divisão de chocolates, é
a principal patrocinadora da turnê da artista no Brasil, batizada
como "I am... tour". Por meio dessa importante ação de branded
entertainment, a empresa retoma a campanha Chocolovers, lançada no
ano passado, reforçando o conceito "Eu Sou Chocolover".
Os shows da
Beyoncé:
atualmente classificada como a segunda cantora
no ranking da pop music no mundo - ocorrem em fevereiro, nas
cidades de Florianópolis (4/2 no Parque Planeta), São Paulo (6/2 no
estádio do Morumbi), Rio de Janeiro (7 e 8/2 no HSBC Arena) e
Salvador (10/2 no Parque de Exposições de Salvador). Nos eventos
das capitais paulista e baiana, Ivete Sangalo abrirá os shows de
Beyoncé.
Como parte da ação de patrocínio, a
Nestlé inaugura, ainda este mês, um concurso cultural online para
realizar o sonho de milhares de pessoas que não conseguiram
ingressos para assistir ao show da Beyoncé. Os interessados em concorrer a pares de ingressos devem
acessar o hotsite www.terra.com.br/chocolover e postar vídeos que contemplem o tema "demonstre que você
é um chocolover e que ama a Beyoncé". A empresa distribuirá, em
cada praça, 150 pares de ingresso.
Entenda qual é a
revolução que o novo filme de James Cameron pode provocar no cinema
e quais são as inovações trazidas pelo filme mais caro da
história.
“Quero criar um sonho
que possa ser sonhado coletivamente em uma sala de
cinema”. É com essa proposta ousada que o diretor James
Cameron apresenta ao mundo a sua mais nova criação: Avatar. Independente de sua qualidade, o filme deve se
tornar um divisor de águas em termos de tecnologia de captura de
imagens e projeção nos cinemas.
O filme, que chega às telas do
mundo todo a partir de 18 de dezembro, já estreia nos cinemas
trazendo alguns recordes em seu histórico: o principal deles, e o
que mais contribuiu para aumentar a expectativa em torno dele, é o
rótulo de “filme mais caro da história do cinema”, com
um orçamento estimado em US$ 400 milhões, excetuando-se os
investimentos em marketing – que segundo especialistas teriam
custado mais US$ 200 milhões.
Mas afinal, o que faz de Avatar um
filme revolucionário? Quais são as inovações que ele traz em termos
de tecnologia que são pioneiras e que, sem dúvida, passarão a fazer
parte do cotidiano das grandes empresas de efeitos especiais a
partir de 2010? Seria o fim do cinema como conhecemos e o começo de
uma nova era na indústria do entretenimento? O portal Baixaki
pesquisou a fundo todas as informações relativas a estas novas
tecnologias e traz um artigo especial para você entender o porquê
de tanta badalação em torno deste lançamento.
Star Wars, o
princípio do sonho
James Cameron não imaginava que um
dia trabalharia com cinema. Formado em Física na Universidade da
Califórnia, Cameron trabalhava como motorista de caminhão para
custear seus estudos e se sustentar. Na mesma universidade, chegou
a cursar Filosofia. Mas foi ao entrar em uma sala de cinema que sua
vida mudou por completo.
A convite de um amigo, James foi a
uma sessão de Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança,
filme considerado um marco na história do cinema em termos de
tecnologia e efeitos especiais. O que viu na tela o impressionou de
tal maneira a ponto de fazer o rapaz de 23 anos mudar completamente
o rumo de sua vida.
Ele deixou a faculdade e passou a
se dedicar obsessivamente a estudar a criação de efeitos especiais
para cinema. Nas horas vagas, cultivava uma paixão por literatura
de ficção científica. Também gostava de escrever contos sobre o
tema. Seu perfeccionismo era tanto que, antes de produzir seu
primeiro curta-metragem desmontou a câmera por completo apenas para
entender como ela funcionava e, assim, poder extrair ao máximo
todos os seus recursos.
O tempo passou e suas ideias
obsessivas aliadas à competência e ao talento o colocaram no topo
das bilheterias por diversas vezes. Filmes como O Segredo do
Abismo, Aliens – O Resgate, O Exterminador do Futuro e O
Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final tornaram-se
grandes sucessos de público e crítica.
Em 1994, no filme True Lies, foi o
primeiro diretor a produzir um filme com orçamento superior a US$
100 milhões. Três anos depois, em Titanic, foi o primeiro a dirigir
um filme com orçamento superior a US$ 200 milhões. A produção, que
chegou aos cinemas cercada de desconfiança, faturou US$ 1,8 bilhões
e, até hoje, é o filme com maior bilheteria na história do cinema.
É também o maior vencedor da história do Oscar, com 11
prêmios.
Um currículo como esse seria o
suficiente para qualquer um se aposentar tranquilamente tendo
escrito o seu nome na história do cinema. Não para James Cameron.
Tão logo terminou Titanic o diretor percebeu que poderia finalmente
criar algo similar ao que viu nos cinemas na década de
70.
Se a
tecnologia não existe, então deve ser criada
Com a ideia pronta e o roteiro em
mãos, Cameron se reuniu com os engenheiros e técnicos da Digital
Domain, então uma das principais empresas de efeitos especiais em
Hollywood da qual era um dos proprietários. Ao apresentar sua ideia
e descrever a maneira como queria fazer o filme, a resposta foi
categórica e unânime: impossível fazer isso, não existe tecnologia
suficiente e a empresa provavelmente quebraria devido ao alto
investimento.
Cameron poderia fazer o filme que
quisesse, mas optou por esperar. Se a tecnologia não existia era
preciso criá-la. Se ele não poderia fazer esse filme, então não
poderia fazer outro. Foi preciso esperar outros seis anos até que
outro filme o convencesse ser possível colocar a sua ideia em
prática: O Senhor dos Anéis – O Retorno do
Rei.
Para isso, foi procurar o próprio
diretor do filme, Peter Jackson, em seus estúdios de criação de
efeitos especiais na Nova Zelândia, a WETA Studios. Juntos,
estimaram mais alguns anos de pré-produção e que algumas
tecnologias, como o 3D, teriam que ser melhores desenvolvidas. Era
hora de correr contra o tempo.
O
filme
Mas do que se trata Avatar? A ação
acontece em Pandora, uma lua que está na órbita de um planeta
gasoso chamado Poliphemus, em Alfa Centauro. Em Pandora vive uma
raça humanóide primitiva, mas bastante sábia, chamada
Na’vi.
O ar de Pandora é irrespirável
para os seres humanos. Então, para que pudéssemos entrar na
atmosfera do planeta foram criados híbridos humano-Na’vi,
chamados de Avatares. Esses híbridos são controlados por humanos,
por meio de projeção de consciência, o que possibilita, em outras
palavras, viver por meio deles.
A trama está centrada em Jake
Sully, um fuzileiro naval ferido em combate que está paralisado,
mas que em Pandora pode novamente andar graças ao seu avatar.
Ameaçados pela expansão dos seres humanos em seu planeta, os
Na’vi entram em conflito com militares da nossa raça,
travando uma grande batalha.
A construção
de um mundo
Como a Pandora idealizada por
James Cameron também não existe, precisou ser criada. E se engana
quem pensa que foi preciso apenas alguns esboços de uma equipe
artística para dar forma aos cenários, ao visual dos personagens e
às cenas de batalhas. Tudo em avatar ganha proporções
maiores.
A linguagem foi um dos primeiros
elementos. Os nativos Na’Vi falam um idioma próprio nascido
na cabeça do diretor. As palavras que falam e a maneira como se
comunicam não foram decididas a esmo. Para conferir realidade à
trama foram contratados linguistas e fonoaudiólogos que, juntos,
criaram um novo idioma, com direito a gramática, sintaxe,
morfologia e tudo mais que possa ser estudado em uma linguagem. Com
isso, independente da existência do filme, é possível aprender
Na’Vi e sair falando por aí.
Da mesma forma, os cenários e tudo
em torno dos personagens é pura obra de ficção. E é aqui que começa
um apurado trabalho de computação gráfica para dar vida à
imaginação do diretor. Plantas, rochas, ambientes e animais foram
cuidadosamente desenhados de maneira a se tornarem factíveis no
novo mundo.
As plantas, por exemplo, são
classificadas por suas espécies e classes, possuem características
morfológicas claramente definidas e são parte de um complexo
ecossistema que contou com a ajuda de botânicos e biólogos para um
resultado final mais eficiente. Em Avatar, a novidade fica por
conta de uma floresta biofluorescente, com plantas que emitem luzes
multicoloridas, possuindo uma espécie de magnetismo ao seu
redor.
Os animais também foram
cuidadosamente concebidos. Estudos de movimento, constituição
física e óssea e comportamento forma apenas alguns dos itens
pesquisados. A fonte, é claro, foram os animais da Terra, mas todos
eles ganham uma versão diferenciada para que pareçam pertinentes ao
novo mundo.
Novas
tecnologias
Uma das exigências do diretor para
filmar o seu projeto mais ambicioso era que todo o filme fosse
produzido em 3D. Segundo ele, somente assim seria possível
proporcionar ao espectador uma experiência de imersão total no
filme. Para a época isso era um grande problema. Para se ter uma
ideia, nos EUA, em 2005 havia menos de 100 salas com suporte para o
formato. Hoje, apenas três anos depois, já são mais de
2000.
Para conseguir o realismo que
tanto desejava, os estudos da equipe de Avatar chegaram a três
conclusões: era preciso reinventar as câmeras 3D, aperfeiçoar o
sistema de captura de imagens que depois seriam transformadas em
CGI e aperfeiçoar o sistema de captura de expressões faciais e
corporais dos atores.
Se no passado James Cameron chegou
a desmontar uma câmera no set de filmagem para entender o seu
funcionamento, não é de se admirar que ele tenha feito exatamente o
mesmo com as câmeras 3D. Tudo para conseguir resolver o que era um
grande problema do formato até então.
A reinvenção
do 3D
O cinema em terceira dimensão não
é exatamente uma novidade. Pelo contrário. Suas primeiras
utilizações comerciais remetem á década de 50 nos Estados Unidos.
Porém, o 3D da maneira que conhecemos hoje nos cinema é algo
relativamente novo. O portal Baixaki já abordou o assunto em dois
artigos: “Como funciona o Imax?” e "Como funciona a tecnologia
3D?”.
Se você já foi assistir a um filme
em uma sala 3D já deve ter percebido que, em todos os filmes, nem
todas as cenas são em 3D. Mesmo em um filme de duas horas de
duração as cenas com efeitos são intercaladas entre cenas normais.
Sabe por que isso acontece? Não há comprovação científica disso,
mas em alguns casos os espectadores podem sentir tonturas ao
acompanhar projeções por um longo período neste
formato.
Desde o ano de 2000 a Sony
concordou em financiar as pesquisas de James Cameron para uma nova
câmera 3D. A ideia era desenvolver um produto que permitisse ao
usuário o controle total sobre aquilo que estava sendo filmado
– o que não acontecia nas câmeras 3D existentes. Além disso,
o sistema de lentes duplas foi adaptado para que as imagens
exibidas não causassem dores de cabeça aos
espectadores.
O resultado foi utilizado nas
sequências em live-action do filme, ou seja, onde os personagens de
carne e osso são estrelas – e há uma boa quantidade de cenas
onde isso acontece. Desta forma foi possível fazer com que Avatar,
um filme com 164 minutos de duração, pudesse ser exibido 100% em 3D
sem que isso causasse alguns tipos de desconforto para o espectador
– a menos, é claro, nas sequências em que esta é a proposta
do diretor.
Com o aumento das salas em 3D e a
crescente adoção deste formato não há dúvidas que a nova tecnologia
estará presente nas próximas grandes produções do cinema e que a
próxima década será marcada, ao menos no aspecto tecnológico, pela
busca cada vez mais precisa da melhor utilização deste
formato.
Captura de
movimentos
A criação da imagem de uma pessoa
em CGI requer um bocado de trabalho e, para que o resultado seja
preciso em termos de fisiologia do movimento, é necessário capturar
o maior número de variações e detalhes que possam ser transpostos
para a tela do computador.
Em Avatar os atores utilizaram uma
espécie de malha, nos sets de filmagem, compostas por pequenos
refletores. Esses pequenos pontos foram capturados por nada menos
que 140 câmeras simultâneas. Os dados referentes aos reflexos de
cada ponto em um determinado movimento do ator são catalogados e
enviados para um grande banco de dados.
Após esse processo os animadores
entram em cena, construindo as imagens dos personagens –
nesse caso dos avatares – sobre o movimento corporal dos
atores, o que confere um maior realismo ao resultado final das
imagens. Como percebemos, diferente do que muitos imaginam,
produções desenvolvidas em CGI não dispensam o trabalho dos atores,
pelo contrário. Caso eles sejam fracos ou inexpressivos
corporalmente, sem dúvida isso será notado pelo espectador, da
mesma forma que uma atuação ruim também chama
atenção.
Captura de
movimento facial
Em um filme, o rosto de um ator é
um dos elementos mais importantes de uma atuação. Sua
expressividade, muitas vezes, é capaz de dizer muito mais do que
linhas inteiras de diálogos. Como fazer então para tornar esse
processo mais natural quando o personagem em questão é criado
artificialmente?
Uma técnica similar à captura de
movimentos é utilizada para a captura de expressões faciais. Uma
microcâmera é colocada a poucos centímetros do rosto do ator. Em
sua face são colocados uma série de pequenos pontos coloridos.
Diante da câmera o ator faz uma série de
expressões.
Essas imagens são enviadas para um
banco de dados que faz um mapeamento desses pontos, proporcionando
uma espécie de leitura do movimento do rosto do ator. A partir dos
pontos o novo rosto em CGI é reconstruído e, a partir da face do
ator, é construída uma nova máscara com uma expressividade tão fiel
quanto a imagem original.
Percepção de
cenários
Mesmo tendo um banco de dados
enorme com os mais variados tipos de movimentos, nada é mais
eficiente que a movimentação original necessária para uma
determinada cena. A maneira encontrada para resolver esse problema
é simples e bastante similar a captura de movimentos
corporais.
De fato ela é uma extensão desta
tecnologia já que além da movimentação dos atores são capturados
também elementos cênicos que proporcionem aos animadores a
reconstrução de um objeto em CGI. Por exemplo: se no filme há uma
cena em que determinado ator precisa cruzar uma ponte, ela será
filmada com ele vestindo a malha com os LEDs indicadores e cruzando
uma tábua ou algo similar a uma ponte.
Essas imagens servirão de base
para o mapeamento e para a posterior reconstrução em CGI de todos
os movimentos corporais em questão e dos elementos cênicos com os
quais haverá interação. O restante do cenário é preenchido com
outras imagens compostas em bancos de dados, mas que não precisam,
necessariamente, interagir com o personagem.
Coreografia
do trabalho de câmera
Depois de finalizadas a captura de
imagens corporais e faciais, bem como a composição das cenas por
meio da percepção de cenários é hora de dar vazão ao trabalho do
diretor de Fotografia do filme. É ele o responsável por sugerir os
melhores enquadramentos e quais movimentos de câmera serão
utilizados em cada uma das sequências.
Neste caso, com toda a base de
imagens prontas, entre em cena a coreografia das cenas. Por
exemplo: se em determinado momento o diretor quer que a câmera se
mova da direita para a esquerda e depois vá para o alto, mostrando
uma imagem panorâmica, todo esse trabalho será feito diretamente no
computador, já que a imagem em si não existe, mas sim a composição
de várias delas de maneira virtual.
Esse acabamento é um dos trabalhos
mais complexos, pois não envolve diretamente os atores. Por outro
lado, a liberdade de criação de movimentos como vôos, por exemplo,
é praticamente ilimitada. Por isso, nesse quesito, você pode
esperar imagens panorâmicas como nunca viu anteriormente, já que é
a primeira vez que alguém tem tantos elementos em mãos para criar
sequências como bem entender e de maneira tão
realista.
Efeitos
visuais
Com tantas novas tecnologias
reunidas já era de se esperar que a composição de todas elas e o
resultado final do filme alcançassem níveis nunca antes atingidos
na história do cinema. Não tenha dúvidas que o nome de Avatar irá
figurar em todas as premiações cinematográficas que privilegiem os
aspectos técnicos, como as premiações dos sindicatos e categorias
técnicas do Oscar.
No entanto, uma das propostas do
filme, e talvez a principal delas, é proporcionar ao espectador uma
nova experiência de “ver cinema”. O que significa isso?
Significa utilizar o 3D não com efeitos gratuitos – como
alguém jogando algo na tela para dar a impressão que irá atingir o
espectador – mas sim como linguagem. Ele é um rico
instrumento para proporcionar imagens com maior profundidade de
campo, dando a impressão de cenários maiores, mais ricos e
detalhados, numa visão semelhante a do olho
humano.
É claro que uma experiência como
essas ainda não é possível em sua casa. Para extrair o máximo da
ideia de James Cameron é preciso assistir ao filme numa tela IMAX
3D. Ou, caso a sua cidade ainda não possua uma delas – há
apenas duas no Brasil, em Curitiba e São Paulo – em um cinema
com projeção em 3D.
Filme mais caro do
mundo
Como citamos acima, Avatar é
possivelmente o filme mais caro da história do cinema. Segundo
estimativas não-oficiais o valor de produção chegou à casa dos US$
400 milhões. Para que uma produção como essa se pague e dê um lucro
aos produtores, por exemplo, será necessário arrecadar ao menos US$
1 bilhão.
A conta é simples: os primeiros
US$ 400 milhões arcariam os curtos de produção. Outros US$ 400
milhões seriam destinados aos cinemas, exibidores e distribuidores
e pagamento de impostos. Por fim, outros US$ 200 milhões cobririam
a massiva campanha de marketing para promoção do filme. Com US$ 1
bilhão o filme adquiriria seu ponto de equilíbrio e os produtores
teriam um lucro real sobre ele.
A aposta é bastante ousada e é
parte de um plano para que Avatar vire uma saga, com pelo menos
mais dois filmes e uma infinidade de produtos que podem ser
licenciados trazendo royalties para os detentores da marca. Se a
produção de James Cameron vai conseguir superar essa marca, só o
tempo irá dizer.
Uma
revolução no cinema?
A resposta para essa pergunta é
sim! E não! Calma, vamos explicar. Se você imagina que estará indo
ao cinema para ver o melhor filme de todos os tempos ou o filme que
vai mudar sua vida é melhor conter a sua expectativa. Não há
nenhuma revolução nesse sentido. A história é simples e remete a
muitas outras produções. Ou seja, nesse sentido prepare-se para ver
um bom filme de entretenimento e se divertir.
Porém, em termos de bastidores e
aspectos técnicos, Avatar representa sim um marco tecnológico que
será lembrado por muitos anos na história do cinema. É a primeira
vez que um filme utiliza com tanta propriedade recursos de CGI tão
próximos do realismo. Para citar as palavras do crítico de cinema
Pablo Villaça, editor do site Cinema em
Cena, “Avatar faz Gollum, da trilogia O Senhor dos Anéis,
parecer uma marionete quebrada”.
Da mesma forma, os recursos em 3D
utilizados neste filme não se resumem a meros efeitos, mas se
constituem em uma nova linguagem, que deve ser explorada a partir
de agora permitindo novas e inúmeras possibilidades para os
cineastas. É claro que efeitos como esse ficarão restritos
inicialmente a filmes com grandes efeitos visuais e não deve
alterar em nada o cinema “de arte” ou
“independente”. No entanto, essas novas possibilidades
permitem a criação e a exploração de mundos que, até então,
dificilmente seriam verossímeis fora da imaginação dos seus
criadores.
Outro aspecto interessante dessa
“revolução” chega a ser poético. Os efeitos em 3D, na
verdade, são possíveis apenas graças à maneira como o olho humano
percebe a junção das duas imagens projetadas em dimensões
distintas. Ao propor uma nova experiência de cinema, James Cameron
sugere que essa imersão do espectador na história aconteça graças
ao efeito. Ou seja, a nova experiência de ver cinema depende muito
mais da maneira como vemos o filme do que a obra em si. A
revolução, no final das contas, está no nosso jeito de
olhar.
E você, já foi conferir
Avatar nos cinemas? Qual a sua impressão sobre o filme de James
Cameron? Você acha que essas novas tecnologias são suficientes para
trazer novos ares para o cinema de entretenimento? Participe
deixando a sua opinião nos
comentários.
O espetáculo presta
homenagem ao centenário do nascimento de Carmem Miranda, e busca
resgatar o período, entre 1930 e 1939, em que a artista, ainda no
Brasil, começou a construir sua figura
popular.
Por meio de textos
e roteiro musical de Fátima Valença, o espetáculo dirigido por
Antônio De Bonis mostra como a figura de Pequena Notável se
formou.
No elenco, Andrea
Veiga, intérprete de Carmem, Luiz Avellar, Nedira Campos, Ana
Carolina Machado e Marcelo Nogueira.
Seja
bem vindo ao site da 7ª edição da Campanha Teatro Para
Todos.
A
campanha é uma iniciativa e realização da Associação de Produtores
de Teatro do Rio de Janeiro e patrocínio da Oi, Funarte e Governo
do Estado do Rio. O objetivo é revitalizar, aproximar e renovar o
público teatral, além de contribuir na formação de novas plateias.
Durante 31 dias o carioca poderá desfrutar e apreciar os melhores
espetáculos em cartaz na cidade a preços
acessíveis.
A 7ª
Campanha TEATRO PARA TODOS acontece de 20 de novembro a 20 de
dezembro de 2009, com vendas a partir do dia 19 de novembro. Em sua
sétima edição, a Campanha consagrou-se como um dos maiores eventos
teatrais cariocas. Este ano, mais de 100 mil ingressos estão
disponibilizados para o público, totalizando 68 espetáculos, entre
adultos e infantis. Os maiores sucessos da temporada teatral
poderão ser adquiridos a preços populares: R$ 5,00; R$ 10,00; R$
15,00, R$ 20,00 e R$ 25,00.
Os ingressos estarão à venda no quiosque fixo da
campanha, instalado na Cinelândia, no quiosque volante, que irá
percorrer diversos bairros da cidade, pelo site www.ingresso.com,
postos Petrobrás credenciados, Posto Shell (São Bento, Niterói) e
Lojas Americanas e Americanas Express.
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PONTOS DE VENDA
Quiosque fixo da Cinelândia
segunda a sexta das 9h às 19h
sábado das 9h às 13h
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