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SAÚDE

REMÉDIO PARA CELULITE  (SAÚDE) escrito em quinta 13 maio 2010 17:51

                                        

Todo mundo sabe a receita para acabar (ou pelo menos amernizar) a aparência de casca de laranja na pele: alimentação correta e exercícios físicos. Além disso, também podemos apostar em cremes e, agora, pílulas. Desenvolvido pelo laboratório Nutrilatina, o Cellulisolution promete ser mais uma arma eficaz no tratamento da celulite.

A nova integrante das chamadas cápsulas da beleza leva cálcio, zinco e retinol – entre outros vários ingredientes – em sua fórmula e também tem ação antioxidante e antiinflamatória. A pílula é indicada para mulheres entre 18 e 60 anos e a caixa com 64 cápsulas tem preço sugerido de R$ 99.

 

Rennovee® Cellulisolution® 
Anticelulite

Cellulisolution® é a primeira tecnologia em cápsulas no combate à celulite. Este suplemento vitamínico e mineral à base de cálcio, vitamina C, vitamina E, Zinco, vitamina A, cromo e selênio, reduz o aspecto "casca de laranja" da pele e ativa a microcirculação.

Extrato de Ananás comosus L. Merril: facilita a eliminação de fluidos, diminui a retenção líquida e favorece a melhora da circulação.
Extrato de Paullinia Cupana: aumenta a quebra e a eliminação de gorduras.
Cálcio: evita o depósito de novas células adiposas.

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Como cuidar do corpo e da pele durante a gravidez  (SAÚDE) escrito em sábado 08 maio 2010 17:09

Saiba o que muda na mulher durante a gestação e quais os tratamentos estéticos liberados e proibidos nesta fase.

                             

Inchaço e varizes incomodam as grávidas, mas drenagem e atividade física leve ajudam a diminuir o problema.

A gravidez é um momento especial na vida da mulher. Mas na nova fase, o corpo sofre uma série de transformações que podem incomodar a futura mamãe, como inchaço, manchas e varizes.
Algumas dicas e tratamentos ajudam a amenizar esses efeitos, mas as mulheres mais vaidosas devem prestar atenção: nem todos os procedimentos estéticos podem ser feitos durante a gestação!

Circulação e inchaço
Um dos incômodos da grávida é o inchaço e a retenção hídrica, provocada pela produção maior de hormônios. Para eliminar esses líquidos, são recomendadas seções de drenagem linfática manual. O procedimento pode ser repetido até a data do parto e, segundo o ginecologista Eliano Pellini, não apresenta riscos.

As varizes são comuns desse período e também podem ser controladas. As principais recomendações dos especialistas são: manter atividades físicas regulares e de maneira moderada, reduzir a ingestão de sal e promover algumas pausas para descanso, sempre acomodando os pés para cima. Evitar usar roupas apertadas e principalmente parar de fumar são itens essenciais.

Marcas na pele
Variações hormonais podem levar ao aparecimento de acnes e manchas de cor castanha provocadas pela produção irregular de melalina. Essas marcas surgem em diversas áreas do corpo, especialmente no rosto, linha central do abdome e axilas. "O uso do protetor solar é extremamente importante durante os nove meses de gestação porque ajuda a evitar o aparecimento de manchas", explica o dermatologista Orlando Sanches.

Outro conhecido inimigo da gestante é a estria, que aparece principalmente na barriga e seios. Ela é causada pelo aumento do peso e o estiramento da pele. "Em primeiro lugar, a mulher deve controlar o ganho excessivo de peso para que a pele não estique demais. Beber bastante água para hidratar de dentro para fora e usar cremes à base de colágeno e elastina, que evitam a perda da umidade da pele", ensina a dermatologista Thais Pepe.

Naturalmente mais bonita
A gravidez também traz benefícios para a beleza da mulher. O ginecologista e obstetra José Bento, explica que enquanto alguns hormônios podem causar estragos, o hormônio do crescimento (GH) produzido na gestação estimula a renovação celular em todo o corpo. "Isso faz com que a pele fique mais bonita, o cabelo mais vistoso e com menos queda durante esse período", diz. "O GH faz com que ela se sinta melhor, mais saudável, mais bem disposta. Até os olhos ganham um brilho diferente. Estes são os elementos que fazem da grávida uma mulher mais bonita.", completa o médico.

O que pode e não pode:

Depilação a laser
Deve ser evitada. Os feixes de luz que queimam o folículo do pelo incidem em todas as camadas da pele, podendo chegar à criança. Além disso, o procedimento não é indicado porque pode causar manchas na pele, segundo o ginecologista Eliano Pellini. A depilação com cera, no entanto, está liberada.

Peelings
Os químicos são proibidos durante toda a gestação. As substâncias usadas nesses tratamentos são absorvidas pela corrente sanguínea, o que pode prejudicar o bebê. Peelings a laser podem estimular a contração do útero e, em casos mais graves, provocar até aborto. Peelings mecânicos, desde que não agressivos, como o de cristal, são permitidos. Mas Pellini alerta: “O peeling pode causar manchas na pele. Não sabemos como vai ficar no final”, diz o ginecologista.

Tintura de cabelo
Não pode. Quase todas as marcas existentes no mercado possuem amônia na fórmula. A substância pode causar má formação do feto. O couro cabeludo, por ser uma região bastante vascularizada, absorve o produto rapidamente.

Banho de lua/descolorir os pêlos
Pode ser feita, desde que sejam usados produtos que não contenham amônia ou qualquer outra substância restritiva.

Toxina botulínica
Proibida! A toxina botulínica provoca a paralisação dos músculos onde é aplicada, e, caso seja absorvida pela corrente sanguinea, é levada diretamente ao bebê, que pode ser prejudicado pelo efeito. Caso o procedimento tenha sido feito antes da gestação não há perigo.

Corrente russa
É extremamente contraindicada, assim como qualquer outro tratamento com aparelhos eletroestéticos. Os impulsos elétricos, usados para tratamento de flacidez, estimulam contrações uterinas, podendo antecipar o parto e até mesmo provocar aborto.

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Sintomas da TPM  (SAÚDE) escrito em sábado 24 abril 2010 19:58

 

1. Depressão, sentimento de desesperança, pensamentos auto-depreciativos;

2. Ansiedade, tensão, nervosismo, excitação;

3. Fraqueza afetiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição;

4. Raiva ou irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais;

5. Diminuição do interesse pelas atividades habituais;

6. Sensação de dificuldade de concentração;

7. Cansaço, fadiga fácil, falta de energia;

8. Acentuada alteração do apetite;

9. Distúrbios do sono;

10. Sensação de estar fora do próprio controle;

11. Inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada;

12. Dor de cabeça;

13. Dores musculares;

14. Ganho de peso ou sensação de inchaço;

No entanto para ser considerada doença, e portanto sujeita a tratamento, é importante que estes sintomas de fato interfiram nas atividades habituais da mulher e que os mesmos ocorram na fase pré-menstrual e não em todo o ciclo.

Tratamento da TPM

Por se tratar de uma síndrome, não existem tratamentos específicos já que os sintomas variam muito de intensidade para cada mulher.

Resultados não cientificamente comprovados mostram que a vitamina B6 (Piridoxina), a vitamina E, o cálcio e o magnésio podem ser usados com melhora dos sintomas.

Outro medicamento é o ácido gama linoleico que é um ácido graxo essencial. Pode ser encontrado no óleo de prímula.

Existem advertências sérias do FDA americano a respeito de medicações alternativas naturais e de possíveis efeitos colaterais graves, portanto este, como qualquer outro medicamento, mesmo "natural", só deve ser usado mediante prescrição médica.

Na verdade, este é o melhor caminho para o tratamento da TPM. Consultar um médico ginecologista e descrever para ele todos os sintomas que a mulher sente antes e depois da menstruação.

O melhor medicamento é o que, sozinho ou associado, reduza os sintomas. Como esta síndrome está ligada à ovulação, muitas mulheres podem se beneficiar do uso da pílula anticoncepcional que suspende a ovulação.

Já nos casos graves de desordem disfórica pré-menstrual é necessária uma medicação mais específica sendo que a medicação usada com melhores resultados são os anti-depressivos principalmente o Prozac (Fluoxetina).

Estudos recentes mostram que esta medicação usada na menor dose possível e durante a fase de tensão pré-menstrual tem melhorado muito a qualidade de vida das mulheres que experimentam esta disfunção. Nos Estados Unidos chama-se Sarafem®

O importante é que se entenda que esta não é uma doença, mas sim uma alteração fisiológica do ciclo menstrual feminino e que pode ser resolvida com medidas simples por parte do seu médico assistente.

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Vacina contra HPV para adultas  (SAÚDE) escrito em quinta 11 fevereiro 2010 19:23

Dose é disponível só para adolescentes. Anvisa estuda estender público alvo

Fernanda Aranda, iG São Paulo | 11/02/2010 08:49

Foto: Getty Images/Photodisc

Estudo internacional mostrou eficácia da vacina em mulheres de 24 a 45 anos


As mulheres entre 26 e 40 anos podem ganhar um importante aliado no combate ao HPV, um vírus transmitido pelo contato sexual, líder em infecção e principal responsável pelo câncer de colo de útero.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estuda liberar a aplicação da vacina contra a doença para este grupo etário. Por enquanto, o único público que tem autorização sanitária no País para receber a imunização é o de jovens do sexo feminino, de 9 a 25 anos. As doses –são três, no total, para garantir a eficácia – só são oferecidas na rede privada de saúde, por preços salgados: as três doses ultrapassam mil reais.

O pedido de ampliação de público foi feito pelo produtor da vacina, o laboratório Merck Sharp. Segundo os responsáveis pela empresa, estudos atestaram que a mesma dosagem da vacina contra o HPV aplicada em adolescentes e jovens é eficaz na mulher adulta.No total, 12 países já estão aplicando as doses nas mais velhas, entre eles Chile, Canadá e Austrália.

“Um dossiê foi encaminhado à Anvisa informando sobre a segurança de aplicação em mulheres mais velhas”, afirmou o ginecologista Nelson Vespa, responsável da Merck no Brasil pelas pesquisas com a vacina.

O especialista explica que o dossiê foi baseado nos resultados de um estudo internacional feito com 3.819 mulheres entre 24 e 45 anos, com duração de quatro anos. Ele mostrou que, também neste público, a vacina é eficaz para prevenir: a infecção persistente, as lesões de baixo grau, as lesões pré-cancerígenas de alto risco para o colo do útero, a vagina e a vulva, além de lesões genitais externas e verrugas genitais. Se a mulher nunca teve contato com nenhum tipo de vírus do HPV – são mais de 100 existentes – a eficácia de proteção é de 91%. “Atestamos também que, caso a paciente já tenha sido contaminada, a vacina auxilia em prevenir a evolução da doença”, afirma Vespa.

Além da Merck, o laboratório GSK  produz uma outra vacina contra o HPV de eficácia já confirmada pelas autoridades sanitárias. Esta imunização  também só está disponível na rede particular de saúde e para pessoas do sexo feminino entre 10 e 25 anos.

A Anvisa informou que já analisou o pedido de extensão etária  para aplicação da vacina feito pela Merck. A Agência solicitou mais informações ao fabricante. A expectativa é que a aprovação – ou não – saia ainda este ano.

Uma coleção de casos

A infecção pelo HPV é uma doença transmitida pelo sexo sem proteção, que pode afetar homens e mulheres e, se não tratada, pode evoluir para o câncer de colo de útero. Na maior parte dos casos não há sintomas. Quando ocorrem, eles são caracterizados por verrugas ou manchas brancas na área genital. O exame principal para a detecção da doença nas mulheres é o papanicolaou.

Apesar de não existir um levantamento consolidado dos casos do chamado papiloma-vírus humano (nome científico do HPV) no País, os médicos estimam que a doença já afetou – ou vai afetar – 75% da população sexualmente ativa do País. Um estudo recém publicado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo avaliou os 56.803 casos de DSTs notificados entre janeiro de 2007 e junho de 2009 e constatou que uma em cada três registros era relacionado ao HPV (32,6%).

As projeções do Instituto Nacional do Câncer (Inca) também reforçam a perigosa disseminação do papiloma-vírus humano. Até o final deste ano, o Brasil vai acumular 18.430 novos casos de câncer de cólo de útero. Ele é o segundo tipo de câncer que mais mata a população feminina, atrás apenas da neoplasia de mamas.

Vacinas na rede pública

A perigosa disseminação de casos de HPV fez com que um grupo de especialistas de reunisse para estudar a implantação da vacina no calendário público de imunização. No ano passado, por meio de verba repassada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, foi implantado o primeiro Instituto Nacional de Pesquisa em HPV.

Uma das missões da entidade é mapear a prevalência da doença entre os brasileiros e brasileiras e traçar estratégias para garantir as doses gratuitas. “Essa é uma meta muito importante para o Instituto do HPV, mas que ainda não foi abordada na prática. Nos próximos meses, esperamos determinar ações para disparar projetos que discutam a implantação das vacinas profiláticas contra o HPV na rede pública”, afirma a médica Luisa Lina Villa, diretora do Instituto e também pesquisadora do Instituto Internacional Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer.

O Ministério da Saúde, o Inca e representantes dos departamentos de imunização de todo País também formaram uma câmara técnica para discutir a adoção da vacina na rede pública. O último posicionamento, afirmou o Inca, reconheceu a importância da vacinação gratuita – em especial para o público adolescente – mas alega que primeiro é preciso ter noção mais clara sobre a incidência do vírus HPV no Brasil.

Isso porque as vacinas existentes só protegem contra quatro dos mais de 100 tipos de vírus HPV. Ainda que os contemplados pela imunização sejam os mais comuns, não há um estudo sobre qual deles é o que mais circula no Brasil. Outra limitação apontada pelas autoridades brasileiras é o custo das doses.

“A introdução da vacina na rede pública significaria um impacto de R$1,857 bilhão, apenas para cobertura da faixa etária de 11 a 12 anos. Como comparação, ressalta-se que o orçamento do Programa Nacional de Imunização é de R$ 750 milhões/ano”, afirma o grupo em documento.

Enquanto a vacina não entra no calendário público, ela pode ser adquirida na rede privada. Apesar disso os especialistas ressaltam que a melhor forma de prevenção ainda é o uso de preservativo em todas as relações sexuais.

Veja algumas clínicas privadas que oferecem a vacina*


São Paulo (São Paulo)
Clinivac Imunizações
Tel.: (11) 3845-1655
Preço: R$ 380 a dose

IMUNE Vacinações
Tel.: (11) 5051-5259
Preço: R$ 380 a dose

Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
Kinder Clínica
Tel.: (21) 2521-5777
Preço: R$ 390 a dose

Espírito Santo (Vitória)
Centro de Vacinação da Praia
Tel.: (27) 3235-9090
Preço: R$ 380 a dose

Minas Gerais (Belo Horizonte)
Instituto H. Pardini
Tel.: (31) 3228-6200
Preço: R$ 380 a dose

Rio Grande do Sul (Porto Alegre)
Hospital Moinhos de Vento
Tel.: (51) 3314-3434
Preço: R$ 475 a dose

Santa Catarina (Joinville)
Clínica Bambini
Tel.: (47) 3423-2000
Preço: R$ 380 a dose

Pará (Belém)
CLIMEP
Tel.: (91) 3181-1644
Preço: R$ 1.077 as três doses

Bahia (Salvador)
Clínica Seimi
Tel.: (71) 3352-8233
Preço: R$ 399 a dose

Paraíba (João Pessoa)
Alergomed
Tel.: (83) 3222-7790
Preço: R$ 390 a dose


* A lista foi retirada do site do fabricante da vacina

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A BOA FORMA DE CLÁUDIA LEITTE  (SAÚDE) escrito em terça 05 janeiro 2010 20:51

Claudia Leitte musa da Jequiti exibe boa forma em revista

Cantora diz que tem que 'suar a camisa' para manter corpo.
"As pessoas acham que por ser famosos tudo é fácil", diz.

Do EGO, no Rio

 

 

André Schiliró/.Divulgação

Claudia Leitte exibe corpão em revista

Claudia Leitte posou para a revista "Boa Forma", que chega às bancas na sexta-feira. Com os músculos definidos e zero de gordura, a cantora contou que precisa suar muito para garantir o corpaço que exibe nos shows.

 

"Minha personal trainer já sabe, faço tudo resmungando. Mas, quando  acabo a série, vem aquela sensação de dever cumprido, um bem-estar danado. As pessoas acham que por ser famosa, tudo é fácil. Mas não tem essa, não! Se eu quero estar bem condicionada e com o corpo bonito, sou eu que tenho que arregaçar as mangas, fazer o esforço e suar o top”, contou em entrevista à revista.

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